Consiste em instrumento de socialização das informações ambientais e pessoais do usuário.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Horário: 27 outubro 2009 a 29 outubro 2009
Local: UERJ
Entidade Promotora: Instituto de Biologia Roberto Alcântara Gomes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Coordenador Geral: Alexandre de Gusmão Pedrini
Coordenação Executiva: Centro de Estudos do Ibrag (CE-BIO)Local: Pavilhão João Lira Filho, Campus da UERJ-Maracanã (Capela Ecumênica)
Data: De 27-29 de Outubro de 2009.
Objetivos Principais do evento:
1. Congregar os principais autores sociais envolvidos com a Educação Ambiental no contexto empresarial brasileiro, visando conhecer suas demandas, dificuldades, interesses, projetos e planos;
2. Difundir através de amplos debates, mini-cursos, palestras, mesas-redondas e conversas informais as experiências empresariais e acadêmicas com o fim de construir um corpo sólido de conhecimento na área;
3. Identificar parceiros no contexto empresarial para a construção participativa de Sociedades Sustentáveis, segundo o paradigma vigente oficial apresentado no Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA, segunda versão, 2005);
4. Conhecer o que vem sendo feito em EA pelas grandes corporações com o fim de colaborar para o seu permanente aperfeiçoamento;
5. Debater critica e construtivamente as normas governamentais (federais, estaduais e municipais) sobre EA no licenciamento, em TAC´s, atos compensatórios, etc, visando o seu aperfeiçoamento técnico a luz dos avanços na área empresarial e de EA.
6. Formular as bases da primeira Carta do Rio de Janeiro sobre Educação Ambiental Empresarial com propostas objetivas aos diferentes atores sociais envolvidos com o tema, incluindo sugestões de políticas públicas.
7. Despertar jovens para a área de EAE, visando à renovação dos recursos humanos na área.
PREZADOS AMIGOS,
CONFORME E-MAIL RECEBIDO, ALGUNS EVENTOS IMPORTANTES NA BAIXADA FLUMINENESE ESTARÃO ACONTECENDO SENDO EXTREMAMENTE IMPORTANTE A PRESENÇA DA SOCIEDADE CIVIL REPRESENTADA PELO FÓRUM ECOSSOCIAL DA BAIXADA FLUMINENSE.
# OBSERVEM QUE ATRAVÉS DE ARTICULAÇÃO DA APEDEMA (CAXIAS) A ELEIÇÃO DO COMITÊ DA BAÍA DA GUANABARA FOI PUXADA PARA NOVA IGUAÇU.
# O GHENAT TEM ARTICULADO NA CONFERÊNCIA DE SAUDE AMBIENTAL.# A ORGANIZAÇÃO SAUDE VERDE TEM TRABALHADO NA CRIAÇÃO DO CONSELHO DA APA RETIRO
# O INSTITUTO 5º ELEMENTO JUNTO C/ OUTRAS INSTITUTIÇÕES TEM MOBILIZADO E ARTICULADO CONTRA O ATERRO EM CIMA DO AQUÍFERO PIRANEMA/SEROPÉDICA.
# O APOIO DO PODER PÚBLICO DE NOVA IGUAÇU AO MOVIMENTO SÓCIO-AMBIENTAL.
PORTANTO AMIGOS, APESAR DE PARECER QUE O FÓRUM ESTEJA EM SITUAÇÃO DE INÉRCIA, AS INSTITUIÇÕES QUE O COMPÕEM ESTÃO EM PLENA ATIVIDADE, SE EQUIPANDO DE MUNIÇÕES (INFORMAÇÕES) PARA A BATALHA EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE.HOJE ESTÁ ACONTECENDO UMA 2ª REUNIÃO SOBRE O ARCO METROPOLITANO LÁ NO SESI EM NOVA IGUAÇU, QUE NÃO FOI DIVULGADA.PORTANTO PRECISAMOS ESTAR ATENTOS AS DATAS E NOS EMPODERARMOS DE NOSSO ESPAÇO, SE NÃO SEREMOS OS "MARIDOS ENGANADOS-SEMPRE OS ÚLTIMOS A SABER".
SEGUE ABAIXO AS DATAS E LOCAIS DOS EVENTOS.
Agendas:
16 a 18/10 – Conferência Estl. Saúde ambiental – UERJ (Rio)
18/10 – Domingo – 8h - mutirão de limpeza do Parque NI com a COPPIR, grupos religiosos de matriz africana e possível presença do Pref. Lindberg
27/10 – 3ª. Feira – 10 h – reunião s/ Eleição do Comitê de Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara em NI no CDL: prefeituras e movimentso sociais, INEA.
30/10 – 6ª. Feira – 14/17 h - cdriação do Fórum Lixo e Cidadania NI – Casa de Cultura (favor mobilizarems entidades do Fórum e do MAB)
sexta-feira, 4 de setembro de 2009

No dia 21 de setembro de 2009, data em tradicionalmente comemora-se o dia da árvore, será feita uma ação integrada com todos os municípios do Estado, com o objetivo de plantar o máximo de árvores num só dia, dentro da Mata Atlântica.
Trata-se de uma iniciativa em comemoração ao primeiro ano de funcionamento do Contador de Árvores da Mata Atlântica. O contador de árvores é um projeto da Secretaria de Estado do Ambiente que, através da superintendência de Biodiversidade e em parceria com Instituto Terra de Preservação Ambiental, contabiliza as árvores plantadas dentro da Mata Atlântica. Neste primeiro ano, já foram contabilizadas 4 milhões de árvores. E no dia 21 será feita uma grande mobilização estadual para aumentar esses números.
O Instituto Ambiental Conservacionista 5º Elemento está junto com a Secretaria de Estado do Ambiente e com o Instituto Terra, se comprometendo voluntariamente a plantar 500 árvores, para dessa forma, todas as prefeituras somadas, plantando simultaneamente, realizar um dos maiores plantios em um só dia dentro da Mata Atlântica. Esse dia foi batizado de Dia do Clima, ou simplesmente Dia C. Seu principal objetivo é unir todo o Estado numa luta conjunta à favor da biodiversidade, das águas e contra as mudanças climáticas e o aquecimento global.
Entre no clima. No Dia C, plante uma árvore!
Para mais informações, ligue para (21) 2570-0926 ou pelo e-mail: contadordearvores@ambiente.rj.gov.br.
terça-feira, 5 de maio de 2009
Ambientalistas querem impedir mudanças no Código Florestal

Parlamentares e entidades ligadas ao meio ambiente querem impedir mudanças no Código Florestal (Lei 4771/65) e a aprovação da Medida Provisória (MP) 458/09, que autoriza a transferência sem licitação de terrenos da União na Amazônia Legal com até 1,5 mil hectares.Durante seminário nesta segunda-feira no Congresso Nacional sobre os dez anos da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), o ambientalista Pedro Ivo de Souza Batista identificou uma "ação articulada do agronegócio" para reformar o Código Florestal nacional por meio de alterações estaduais. Ele representou no evento a senadora Marina Silva (PT-AC), ex-ministra do Meio Ambiente.Exemplo dessa situação, segundo ele, seria lei aprovada em Santa Catarina, que possibilitou reduzir a área de mata ciliar no estado. "Estão tentando criar leis estaduais, mesmo inconstitucionais, para forçar o governo federal a mudar o Código Florestal, criando uma falsa pressão dos estados pela flexibilização da regra", alertou Pedro Ivo.Grilagem oficialPara o ambientalista, a MP 458/09, em tramitação na Câmara, também é um instrumento negativo para a política ambiental, porque criaria a "grilagem oficial", já que o governo poderia comercializar parte de seus terrenos na Amazônia."Temos que utilizar os mecanismos de pressão, de educação ambiental, para forçar os parlamentares, em suas bases, a rejeitarem essas propostas", acrescentou Mário Montovani, representante da organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica no evento.AçõesOrganizador do seminário, o deputado José Paulo Tóffano (PV-SP) considera os debates importantes para unificar as ações das pessoas ligadas ao tema e fortalecer a educação ambiental no País. O parlamentar coordena o Grupo de Trabalho de Educação Ambiental da Frente Parlamentar Ambientalista.Ele defendeu que esse conhecimento seja repassado em todas as escolas brasileiras de "forma transversa", abrangendo todas as disciplinas tradicionais, e não na forma de uma matéria específica. "Criar uma disciplina específica para a educação ambiental é uma coisa reducionista, pois restringe o tema a um período das aulas, enquanto deveria passar por tudo que é ensinado em sala de aula, como matemática, geografia", disse o deputado.Esse caráter 'holístico' da educação ambiental também foi defendido pelo ex-deputado Fábio Feldman, autor do Projeto de Lei 3792/93, que originou a lei que criou a PNEA (lei 9795/99).Para ele, uma lacuna existente hoje na lei é definir "claramente" o que seja educação ambiental, porque haveria locais que se utilizam da publicação de cartilhas e de cartazes - medidas classificadas como "simplórias" pelo ex-deputado - para endossar uma suposta preocupação educacional.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
ALUNOS DE GESTÃO AMBIENTAL DO INSTIST DE PARACAMBI PARTICIPAM COMO VOLUNTÁRIOS EM PROJETO DE MONITORAMENTO DE ÁGUAS DA FIOCRUZ

Na foto de Gutemberg Brito, os alunos Aloisio, Laura e Aluisia do Curso de Gestão Ambiental do Instituto Superior de Tecnologia da FAETEC/Paracambi
No dia 11 de outubro foi realizada a reunião de encerramento do primeiro ano do projeto Agente das águas, desenvolvido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC) no município de Paulo de Frontin, interior do Rio de Janeiro. Coordenadores e voluntários comemoraram os resultados do programa, desenvolvido em parceria com o governo municipal. A partir dos dados produzidos, a prefeitura pretende desenvolver uma rede de saneamento básico para a região e atuar de forma mais incisiva na proteção e recuperação das bacias hidrográficas locais. Para isso, serão realizadas obras que receberão verbas do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do Governo Federal. O planejamento para o próximo ano inclui colocar em prática as medidas do projeto e buscar maior conscientização da comunidade local para os problemas ambientais.
A proposta do projeto Agente das águas é realizar a avaliação da qualidade da água de rios e nascentes de forma mais simples, barata e eficaz. A qualidade da água é monitorada através de quatro critérios: ambiental, que analisa a qualidade das matas ciliares, o fluxo do rio e o grau de sedimentação; físico-químico e bacteriológico, que analisa o grau de poluição da água; biológico, que estuda as condições em que se encontra a fauna aquática da região; além de análises da pluviosidade e da vazão do rio.
Para realizar as análises, o projeto conta com a participação da comunidade, através de voluntários que passaram por um curso de capacitação. O grupo reúne 18 moradores de Paulo de Frontin e de municípios vizinhos, que foram divididos em grupos de quatro pessoas para realizar avaliações semanais da qualidade da água, através de métodos simples e eficientes. “Nos primeiros meses, selecionamos e treinamos voluntários, para garantir que os resultados pudessem ser utilizados para embasar planos de gerenciamento dos recursos hídricos”, descreve o biólogo Daniel Buss, coordenador do projeto e pesquisador do Laboratório de Avaliação e Promoção da Saúde Ambiental do IOC.
"As análises utilizadas pelo projeto reduzem significativamente os custos envolvidos no monitoramento da qualidade da água. Além disso, a metodologia empregada, que pode ser aprendida em apenas 48 horas, tem quase a mesma eficiência das técnicas tradicionalmente utilizadas", Daniel apresenta. O biológo ressalta, ainda, ser impossível monitorar as bacias hidrográficas de um país gigantesco como o Brasil sem a participação das populações locais: “As agências ambientais e a Academia não têm condições de estar em todos os lugares e acabam concentrando seus esforços em pequenas áreas ou realizando o monitoramento de forma dispersa e sem periodicidade, através de análises via satélite que impossibilitam a detecção de um problema no momento em que ele ocorre. Por isso, as comunidades locais devem funcionar como vigilantes ambientais, detectando pequenas alterações a tempo de solucionar o problema”, informa.
O projeto Agente das águas surgiu a partir de análises realizadas por outro grupo de voluntários, do município de Paracambi, também no Rio de Janeiro, que denunciaram a péssima qualidade da água vinda de Paulo de Frontin, que já chegava poluída a Paracambi. Os resultados obtidos no primeiro ano do projeto comprovam a situação precária da rede fluvial da região: apesar de muitos dos rios parecerem limpos, quase todos se mostraram em péssimo estado, sobretudo quando considerados os medidores biológicos. “Os rios de Paulo de Frontin pareciam abandonados, não recebiam a atenção que deveriam”, analisa o voluntário Márcio Ramalho, de 35 anos. “Mas não podemos esquecer que aqui nasce, por exemplo, o Rio dos Macacos, um dos principais afluentes do Guandu, que abastece o Estado do Rio de Janeiro”, alerta.
A parceria entre o IOC e a Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente de Paulo de Frontin já possibilitou muitas conquistas. A principal delas é a elaboração de um projeto de saneamento para o município de Paulo de Frontin, que será executado a partir de 2008 com verbas federais do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). “Com base nos dados levantados, foi possível criar um plano para implementar uma rede de infra-estrutura sanitária no município, além de trabalhos com potabilidade da água e de recuperação das matas ciliares”, explica Regina Marques, secretária municipal de Meio Ambiente de Paulo de Frontin.
Para Valesca Alves, uma das coordenadoras do projeto, a adoção dessas políticas públicas seria impossível sem o trabalho da comunidade. “Graças ao estudo, a prefeitura conseguiu sair na frente de vários municípios da região na busca de verbas para resolver os problemas. E nós também conseguimos produzir informação suficiente para que empresas poluidoras fossem notificadas e tivessem que modificar suas práticas”, orgulha-se.
Outro aspecto importante do projeto, destacado pelo voluntário Márcio Ramalho, é a conscientização da comunidade, que passa por um processo de educação ambiental. “Passamos a ter mais consciência de que somos peças dentro da engrenagem, que temos responsabilidade na preservação”, afirma. "A longo prazo, este tipo de atividade tende a fortalecer a comunidade para atuar em Comitês de Gestão de Bacias Hidrográficas, que hoje atendem somente aos interesses das grandes empresas. O que pretendemos com o projeto Agente das águas é capacitar a comunidade para gerar dados e qualificar seu discurso no processo de tomada de decisão. Esta conscientização é nossa meta para os próximos anos", Daniel confirma.
Para o segundo ano do projeto, o objetivo é colocar em prática as soluções criadas e expandir a conscientização sobre a importância da preservação a toda comunidade. “É preciso mostrar às pessoas que vale a pena lutar por isso, transformando a iniciativa de 18 voluntários no esforço de 18 mil moradores”, propõe Daniel. O projeto Agente das águas já foi realizado em outras regiões do Rio de Janeiro, como Guapimirim, Baixada Fluminense e em bairros da capital. É desenvolvido também em outros Estados do país, como Amazonas, Espírito Santo e Paraná, onde atinge sete municípios e conta com centenas de voluntários.
OFICINA DE PET
GIRASSOIS NO C.E.PRES.KENNEDY

