domingo, 25 de maio de 2014

SEMINÁRIO DIÁLOGOS PARA A PRÁTICA DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

O seminário tem como objetivo estimular o debate em torno dos desafios relacionados à agenda do desenvolvimento sustentável no Brasil, incluindo o estabelecimento das novas metas pela ONU e os temas relacionados às estratégias da Sustainable Development Solutions Network (SDSN), uma plataforma internacional de atuação lançada pelas Nações Unidas em Agosto de 2012. A Rede Brasileira de Soluções para o Desenvolvimento Sustentável (RSDS Brasil) foi lançada no dia 17 de março de 2014, na cidade do Rio de Janeiro. A UFRRJ é um dos parceiros dessa rede, que tem o objetivo de apontar oportunidades e soluções sustentáveis para os desafios atuais enfrentados pelas cidades.

Contará com a participação de docentes e discentes do Programa de Pós-Graduação em Práticas em Desenvolvimento Sustentável (PPGPDS) e de outros programas de pós-graduação, além de profissionais do setor público, privado e terceiro setor atuantes na área, conforme programação abaixo: 

Precisamos que a inscrição dos interessados seja formalizada pelo seguinte link: https://docs.google.com/forms/d/10v5R_g8EdsLGSM-16Jr9YKrw3g5m3EmKL221QZTahRU/viewform?c=0&w=1



domingo, 20 de abril de 2014

Desenvolvimento Sustentável?

http://www.escoladegoverno.org.br/noticias/3273-a-ideia-de-desenvolvimento-nega-a-identidade-dos-povos-diz-mia-couto-na-bienal



A ideia de desenvolvimento nega a identidade dos povos, diz Mia Couto na bienal

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Helena Martins
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A utopia do desenvolvimento sustentável foi o tema do debate que reuniu cientistas, escritores e até presidente da República na 2ª Bienal Brasil do Livro e da Leitura, hoje (16), em Brasília. O escritor moçambicano Mia Couto criticou a ideia de que a natureza pode ser “controlada, administrada”. Para ele, é preciso localizar as razões pelas quais o mundo enfrenta, hoje, uma crise ambiental profunda: “Esse sistema não está mal porque não anda bem. Está mal porque produz miséria, desigualdade, causa ruptura em modos que vida que aí, sim, poderiam ser sustentáveis”.

Crítico da ideia de desenvolvimento sustentável, o escritor e também biólogo avalia que a ideia de desenvolver traz uma negação. “Estamos retirando o núcleo central, o ambiente. E essa negação é a negação da identidade cultural dos povos que foram expropriados”. Povos cujos modos de vida poderiam inspirar uma relação do homem com a natureza, que seja baseada no respeito e não na compreensão “de que a natureza pode ser vista como um recurso natural”, segundo Mia Couto.
Integrante do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, ligado às Organizações das Nações Unidas (ONU), o cientista Carlos Nobre defendeu a ideia de desenvolvimento sustentável. A sustentabilidade, para ele, deixaria de ser um adjetivo do desenvolvimento para transformar-se em substantivo que explica a relação com o mundo ou desejos, como felicidade, equidade e justiça. Ele destacou a gravidade das mudanças climáticas e os impactos ambientais decorrentes delas: “Os riscos que estamos colocando para o planeta, nas próximas décadas, séculos e milênios, são enormes. Nós estamos conduzindo a biologia do planeta à sexta grande extinção. Nós estamos produzindo, por ações humanas, a extinção de até 40% das espécies”.
O presidente de Gana, Dramani Mahama, que é historiador e especialista em uso de tecnologia para a agricultura, alertou para a necessária mudança no comportamento dos seres humanos. “Se não criarmos uma teoria que nos ajude a sustentar a raça humana no mundo e continuarmos com essas taxas de consumo, o que vai acontecer com a raça humana?”, questionou, ao destacar que a população despeja diariamente a mesma quantidade de alimento que consome, e que, por outro lado, falta alimento a parte da população. “Nós precisamos aprender a existir com todas as espécies em nosso planeta, que é o único que temos. E nós só vamos aprender se mudarmos nosso conceito de felicidade e de bem-estar”, sentenciou.
A mudança de paradigma, que conduza a outra relação com a natureza, para os debatedores, deve começar desde já. A tecnologia e a inteligência humana devem ser usadas como ferramentas para a superação da crise atual, e a literatura deve ser capaz de despertar sensibilidades e reflexões. Para a Agência Brasil, Mia Couto disse que a literatura pode, desde já, "mostrar que o ambiente não é assim como nós o arrumamos; mas é tudo; não está fora de nós; está dentro de nós. A literatura pode fazer, e deve fazer essa denúncia daquilo que é uma espécie de fabricação permanente da desigualdade e da miséria”, afirmou. Crítico da situação atual, o escritor alertou: “Nós estamos falando de uma situação que poderá ser catastrófica. Mas para dois terços da humanidade, essa catástrofe já está aqui e vem por causa da fome, da guerra”.
Edição: Stênio Ribeiro

domingo, 12 de janeiro de 2014

Matar gatos é crime??? E criar pássaros silvestre também é???



Quero fazer um desabafo: hj de manhã acordei cedo e encontrei um gato morto na minha varanda. Por sorte não era nenhum de meus 3 peludos, sasha, lucy e pirulito. Era um coleguinha simpático q sempre vinha visitar meus amiguinhos e se deliciar com nossa ração. Tirei foto do bichano morto na minha varanda, mas prefiro não postar porque não acho conveniente. Então, dito isto o esclarecimento é o seguinte, desde q me mudei p/ este novo endereço vários gatos apareceram mortos, inclusive a minha Shakira; nesta Rua Edmundo Duccine em Lages/Paracambi, como em milhões de ruas do Brasil, possui um grande números de passarinheiros (sujeito que cria pássaros silvestres, passeiam pela rua com suas gaiolas e se acham acima da Lei por conta disto) porém estes indivíduos ignoram a LEI Nº 9605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 – LEI DE CRIMES AMBIENTAIS que no seu artigo 
Art. 29. diz que é CRIME Matar, perseguir, caçar, apanhar, utilizar espécimes da fauna silvestre, nativos ou em rota migratória, sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente, ou em desacordo com a obtida: 
Pena - detenção de seis meses a um ano, e multa. 
§ 1º Incorre nas mesmas penas: 
I - quem impede a procriação da fauna, sem licença, autorização ou em desacordo com a obtida; 
II - quem modifica, danifica ou destrói ninho, abrigo ou criadouro natural; 
III - quem vende, expõe à venda, exporta ou adquire, guarda, tem em cativeiro ou 
depósito, utiliza ou transporta ovos, larvas ou espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não autorizados ou sem a devida permissão, licença ou autorização da autoridade competente. 

PERGUNTA: CRIAR GATOS É CRIME???
RESPOSTA: NÃO!!!
Mas pelo exposto acima APRISIONAR TRINCA FERRO, CURIÓ, TICO-TICO, SANHAÇO, COLEIRO, PAPAGAIO, MARITACA, ETC... é CRIME SIM, COM PENA DE 1 ANO DE RECLUSÃO!!!

Continuando na Lei de Crimes Ambientais

Art. 32. Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos: 
Pena - detenção, de três meses a um ano, e multa. 
§ 1º Incorre nas mesmas penas quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos. 
§ 2º A pena é aumentada de um sexto a um terço, se ocorre morte do animal. 

Não é crime CRIAR GATOS, MAS É CRIME MATÁ-LOS ENVENENADOS, sendo assim deixo um aviso p/ os matadores de gatos: 
Se acontecer alguma coisa com meus bichanos, O BICHO vai pegar literalmente!!!!

OFICINA DE PET

OFICINA DE PET
GIRASSOIS NO C.E.PRES.KENNEDY