domingo, 17 de fevereiro de 2013

Pesquisador alerta para problemas de saúde causados por novo aterro sanitário em Seropédica


17/02/2013 - 16h51
Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – O aumento no número de casos de doenças respiratórias constatado por moradores da comunidade de Chaperó, na divisa de Seropédica e  Itaguaí, desde a implantação de um aterro sanitário gerido pela empresa Ciclus, não é mera coincidência. A conclusão é do professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), Cícero Pimenteira, doutor em Planejamento Ambiental pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
“A irritação é natural, de pessoas que estão entrando em contato constante com esse material poluente. O local foi mal escolhido e vai afetar uma grande parte da população do estado. A área é de recarga do Aquífero Piranema, que está dentro da Bacia do Rio Guandu, abastecedor da região metropolitana do Rio.”
Segundo Pimenteira, os efeitos sobre a saúde pública serão sentidos em médio e longo prazos, com danos muitas vezes irreparáveis. “É uma bomba relógio. O chorume tem por característica carregar metais pesados, que são absorvidos pelo organismo humano e não são eliminados, em um processo chamado de bioacumulação. Isso pode causar danos a longo prazo à saúde humana, não só à parte reprodutiva, mas também ao sistema nervoso central.”
Para o professor, houve demora na execução do projeto, que deveria prever o tratamento de chorume desde o início das operações. “A estação de tratamento de chorume deveria ter sido construída e entregue no momento em que o aterro foi implementado, mas até hoje ela não existe. Uma das formas de mitigar [o problema] seria ter o tratamento adequado para o chorume.”
O professor alerta que a poluição tende a se espalhar por toda a região e não apenas no bairro de Chaperó, que fica mais próximo do Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) . “É preciso levar em consideração o material que vaza desses caminhões, ao passarem em frente dessas casas, caindo sobre o asfalto e o barro, e também a evaporação das piscinas de chorume, que tem outros metais e inclusive amônia. A empresa deveria ter feito um cinturão verde, que é um dos condicionantes [para o funcionamento] do aterro. Essas árvores impediriam o trânsito desse material particulado, para reduzir o impacto e o mau cheiro.”
Para o acadêmico, a escolha do local foi a pior possível e pode afetar boa parte da população do estado, causando poluição nos reservatórios de água para consumo. “É uma catástrofe anunciada. Existe um risco ambiental muito grande naquela região de contaminação do lençol freático e de saúde pública. Foi um grande erro de planejamento estratégico.”
A empresa Ciclus foi procurada para comentar as denúncias dos moradores. Enviou uma nota admitindo que as fortes chuvas podem ter elevado o odor. “A CTR Rio é a mais moderna Central de Tratamento de Resíduos da América Latina. Inaugurada em 2011, a unidade foi desenvolvida com a mais alta tecnologia em um processo de implantação gradativa, que segue o cronograma previsto. A empresa está sempre atenta a melhorias operacionais e está estudando alternativas para controlar ainda mais o odor provocado pelas fortes chuvas que vêm assolando a região nesse início do ano”.
Edição: Fábio Massalli
fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-17/pesquisador-alerta-para-problemas-de-saude-causados-por-novo-aterro-sanitario-em-seropedica
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Empresa patrocina Carnaval em Seropédica enquanto transforma o município na MAIOR LIXEIRA DO ESTADO!!!

Empresa patrocina Carnaval em Seropédica enquanto

transforma o município na MAIOR LIXEIRA DO ESTADO!!! 




 Em tempo record empreendimento q prometia resolver


 o problema do lixo no Estado do Rio de Janeiro vira mais

 recente CRIME AMBIENTAL previstos por especialistas

 desde época do licenciamento ambiental, onde questões

 técnicas foram simplesmente ignoradas pelo órgão

 licenciador, configurando incompetência e a omissão do

 Estado!

Onde foram parar o estudo de sinergia (lei 3111/98 Carlos


Minc) e as alternativas locacionais para este licenciamento?

Confiram na íntegra reportagem da AGÊNCIA BRASIL sobre

a situação do LIXO EM SEROPÉDICA e as denúncias de

problemas de saúde e crimes ambientais!





Moradores da região metropolitana do Rio denunciam problemas de saúde pública causados por novo aterro sanitário

17/02/2013 - 15h53
Vladimir Platonow
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro – Rinite, bronquite, asma, irritação nos olhos e na garganta, além de enjoos diários são os sintomas relatados por vários moradores do bairro de Chaperó, na divisa dos municípios de Seropédica e Itaguaí, na região metropolitana do Rio. De uma hora para outra, eles viram o bucólico lugarejo ao pé da serra, antes rodeado por campos e bosques, tomado por centenas de caminhões de lixo, que levam os detritos para o Centro de Tratamento de Resíduos (CTR) da empresa Ciclus, responsável por processar toneladas de detritos provenientes do Rio de Janeiro e de outros municípios próximos.
A dona de casa Adriana dos Santos da Silva mora com os três filhos - de 7, 10 e 14 anos – próximo do novo aterro e viu a saúde das crianças piorar desde o início dos trabalhos, há pouco mais de seis meses. “Nós queremos que interditem isso aqui, porque está afetando a saúde dos moradores, principalmente das crianças e das pessoas idosas. Meus filhos estão com problemas de saúde, com bronquite e sinusite e às vezes tenho de levá-los para o hospital. Eu mesma tenho tido crises constantes de bronquite e falta de ar.”
A vizinha Solange de Oliveira, mesmo morando a cerca de 100 metros do aterro, diz que não consegue evitar o fedor das piscinas de chorume, o que provoca mal estar. “O cheiro é intolerável. Invade nossas casas. Não adianta fechar portas e janelas. Na hora do almoço nem dá para comer, de tanto enjoo. Eu tenho estômago fraco e sei o que passo ”, disse. Ela se diz frustrada porque nem mais visitas pode receber em casa. “A gente fica com vergonha. A minha casa é limpa, mas o cheiro ninguém aguenta.”
Para o ajudante de caminhão Marco Antônio Patrocínio, a preocupação é com a infestação de moscas, que aumentaram de número desde o início do aterro. “As moscas pousam no chorume e depois vêm infectar as crianças.” A proliferação de insetos também incomoda Sonia Regina, que há 25 anos mora em Chaperó, mas agora tem dúvidas se vai continuar morando no local. “Depois que esse lixão veio, perdi o gosto de morar aqui. Era um bairro tranquilo, um paraíso. Não  tenho mais vontade de ficar. Não dá para botar uma mesa no almoço de tanta mosca.”
O aposentado Guilherme Zanini escolheu Chaperó em busca de sossego, mas agora não sabe se vai permanecer no bairro. “Passei do paraíso para o inferno. Agora não sei o que fazer, se saio ou se fico. A gente não tem mais paz nem sossego. Vai deitar com o mau cheiro e levanta com dor de cabeça. Dependendo do vento, não consegue nem dormir”, disse Zanini, que construiu uma casa de dois andares, que antes tinha como vista verdes campos e agora fica a menos de 50 metros dos reservatórios de chorume do CTR.
Até para vender os imóveis ficou difícil, pois o bairro todo sofreu desvalorização, segundo o militar reformado José Reinaldo Evangelista. “Os imóveis estão desvalorizados. A gente bota placa e ninguém quer comprar. Em compensação, nosso IPTU [Imposto sobre Propriedade Predial e Territorial Urbana] é altíssimo, porque consideram como área industrial. Paguei mais de R$ 1 mil para a prefeitura de Itaguaí este ano.”
De acordo com o líder comunitário Everaldo Eufrásio Francisco, mais de 10 mil pessoas estão sendo atingidas pela poluição. “A implantação desse lixão vem causando prejuízo para a nossa comunidade. Já é caso de saúde pública. Minha esposa é um exemplo, pois está sofrendo de bronquite asmática e constantemente vem apresentando dificuldades de respiração. O cheiro é insuportável e mesmo durante a madrugada impede o sono. Fora o barulho dos caminhões, durante toda a noite.”
Segundo Everaldo, o problema se agravou com as fortes chuvas que atingiram a região no início do ano. “Tivemos uma chuva forte que inundou parte dessa fazenda [onde está o CTR] e deve ter vazado esse chorume das piscinas para a rede pluvial. Nós queremos que esse lixão seja interditado. Sabemos que é uma luta grande, mas não é impossível.”
A empresa Ciclus foi procurada para comentar as denúncias dos moradores. Enviou uma nota, admitindo que as fortes chuvas podem ter elevado o odor: “A CTR Rio é a mais moderna Central de Tratamento de Resíduos da América Latina. Inaugurada em 2011, a unidade foi desenvolvida com a mais alta tecnologia em um processo de implantação gradativa, que segue o cronograma previsto. A empresa está sempre atenta a melhorias operacionais e está estudando alternativas para controlar ainda mais o odor provocado pelas fortes chuvas que vêm assolando a região neste início do ano”.
Edição: Fábio Massalli
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. Para reproduzir as matérias é necessário apenas dar crédito à Agência Brasil


http://agenciabrasil.ebc.com.br/noticia/2013-02-17/moradores-da-regiao-metropolitana-do-rio-denunciam-problemas-de-saude-publica-causados-por-novo-aterr

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Candidatura Associação Ecocidade a uma das Representações da Região Sudeste no CONAMA - Biênio 2013/2015






Amigos e amigas, aproveitando a oportunidade para desejar a vcs boas festas e uma ótima virada de ano. Gostaria de chamar atenção para o Processo Eleitoral do CONAMA  e pedir VOTO para a ASSOCIAÇÃO ECOCIDADE, a única entidade do Rio de Janeiro a disputar a representação da REGIÃO SUDESTE. Esta escolha da ASSOCIAÇÃO ECOCIDADE foi fruto do consenso dos diversos colegiados nos quais ECOCIDADE se faz representar, sendo assim peço aos companheiros e companheiras que LEIAM as propostas abaixo juntamente com o anexo e VOTEM na ECOCIDADE para que a REGIÃO SUDESTE tenha voz e voto no CONSELHO NACIONAL DE MEIO AMBIENTE. 
O INSTITUTO 5º ELEMENTO já votou e APOIA esta candidatura!

FELIZ ANO NOVO A TODOS E A TODAS











Fraterno abraço,

MÁRCIA MARQUES
(21) 76998630 (claro) /87806825 (oi) /71506380 (vivo)









sexta-feira, 23 de novembro de 2012

1º GAME OF SKATE DE PARACAMBI


1º TORNEIO DE "GAME OF SKATE" DE PARACAMBI


DIA 09 DE DEZEMBRO NA PISTA DE SKATE DA PRAÇA CASTELO BRANCO
 

(FÁBRICA)


INSCRIÇÕES: 1 BRINQUEDO QUE SERÁ DOADO PARA PROJETOS SOCIAIS NO 

NATAL


HORÁRIO: 13:00 HORAS



VENHA E TRAGA SUA FAMÍLIA!!!


sábado, 10 de novembro de 2012

FUANDAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DE ARTESÃO EM PARACAMBI





EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DE CONSTITUIÇÃO, ELEIÇÃO E POSSE DE DIRETORIA DA ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃOS DO MUNICÍPIO DE PARACAMBI - PARACAMBI ARTESANAL.

A Comissão para Constituição, Eleição e Posse de Diretoria da Associação dos Artesãos do MUNICIPÍO de PARACAMBI - PARACAMBI ARTESANAL, CONVOCA, todos os ARTESÃOS e demais pessoas interessadas, para a realização da ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA, no dia 27 de novembro de 2012, ás 17:00 horas em primeira convocação, e ás 17:30 horas em segunda com qualquer número de presentes. A Assembleia ocorrerá nas dependencias do LIONS CLUB DE PARACAMBI sito a RUA JOÃO FISHER nº 333, centro de PARACAMBI/RJ, a fim de serem deliberados e discutidos a seguinte ordem do dia:

1-Deliberação sobre a fundação da ASSOCIAÇÃO DOS ARTESÃO DO MUNICÍPIO DE PARACAMBI - PARACAMBI ARTESANAL;

2-Aprovação do ESTATUTO SOCIAL DA ENTIDADE;

3-Eleição e posse da 1ª DIRETORIA;

4- Assuntos de interesse geral;



Comissão de Constituição e fundação da PARACAMBI ARTESANAL.

PARACAMBI,05 DE NOVEMBRO DE 2012.

domingo, 21 de outubro de 2012

Planejam privatizar as bacias hidrográfica!!!!!

Henrique Júdice   

Em encontro destinado à defesa das grandes hidrelétricas, José Luiz Alqueres, prócer do Fórum Nacional para o setor, defende privatização de bacias hidrográficas e de seu entorno.



Em 19 e 20 de setembro, o Fórum Nacional realizou, na sede do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), no Rio, um encontro extraordinário destinado à definição e apresentação de diretrizes relativas aos setores de energia e transportes. Essa reunião complementa a de abril, que teve como um de seus vetores o petróleo.
O primeiro painel, realizado no dia 19 e intitulado "Competitividade Passa por Opção pela Energia Hidroelétrica (e Outras Energias Renováveis) – Oportunidades e Desafios", tinha por objetivo principal a defesa das atrocidades socioambientais conhecidas como Belo Monte, Teles Pires, Santo Antônio e Jirau. Uma preocupação compreensível, tendo em vista que as empreiteiras Odebrecht, Queiroz Galvão e Andrade Gutierrez figuram entre os financiadores do encontro.
Considerando que qualquer demanda adicional por energia elétrica poderia ser suprida pela repotenciação das usinas já existentes (que operam com alto grau de desperdício), elas são as únicas beneficiárias dessas obras. Os contratos que firmaram com o Estado garantem-lhes, via BNDES, subsídios de dezenas de bilhões de reais para destruir rios e florestas e cometer todos os ilícitos trabalhistas imagináveis.
No momento em que os questionamentos – sobretudo a Belo Monte – vinham se intensificando, inclusive com a suspensão da obra em agosto por força de uma liminar do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, depois cassada pelo Supremo Tribunal Federal –, a reunião extraordinária do Fórum serve de recado ao governo, ao Judiciário e à imprensa.
Mas nem só para isso serviram o encontro e esse painel. Os fatores de poder representados no Fórum traçam também planos de médio prazo que envolvem, inclusive, mudar a Constituição.

FOMENTANDO ENCLAVES

Atualmente, quando se entrega uma usina ou linha de transmissão a um operador privado, preserva-se, ao menos em tese, o controle estatal sobre o território onde ele exercerá sua atividade. Os trustes da geração e distribuição de energia – e talvez não só eles – querem mudar isso.
José Luis Alqueres é um dos interlocutores privilegiados do Fórum Nacional para questões relativas à energia elétrica. Seguindo a regra consagrada na década de 90, transita entre cargos no governo e na alta direção de monopólios privados transnacionais como quem troca de camisa. Após ocupar a Secretaria Nacional de Energia, uma diretoria do BNDESPar e a presidência da Eletrobrás (que deixou em 1994), atuou, a partir de 1995, como diretor ou conselheiro dos bancos de investimentos Bozzano Simonsen, Opportunity e Calyon, que participaram ativa e lucrativamente dos processos de desnacionalização das antigas estatais de energia elétrica. Esses bancos guindaram-no depois à presidência da Cerj e da Light, já desnacionalizadas (não caberia dizer privatizadas, pois a Light foi adquirida por uma estatal francesa). Foi também presidente da Alstom, investigada na Suíça pelo pagamento de suborno a políticos do PSDB. Atualmente, integra os conselhos de administração de pelo menos três empresas que figuram entre os patrocinadores do Fórum Nacional para 2012: Queiroz Galvão, Vale e Eletrobrás, e foi também diretor de uma quarta, a OGX.
Coube a Alqueres defender no painel de 19/09 – numa mesa cujo outro participante era o secretário de Planejamento Energético do Ministério das Minas e Energia, Altino Ventura – a privatização dos rios que fornecem a água que abastece as grandes hidrelétricas brasileiras. Ventura, como é costume das pseudoautoridades estatais diante de homens do Fórum, se limitou a ouvi-lo.
O artigo 176 da Constituição determina que, para fins legais, o aproveitamento do potencial hidrelétrico de um rio deve ser considerado como um bem distinto do rio em si ou do solo às suas margens. O aproveitamento hidrelétrico pode ser privatizado; o rio e o território em seu redor não. Os monopólios transnacionais para os quais Alqueres trabalha querem mudar isso.
Para viabilizar essa pretensão, Alqueres propõe "a divisão do território nacional em bacias e sub-bacias, (cerca de 60)", passando "a licitação de concessões ser efetuada não mais por aproveitamento individual, mas por bacia". Algumas das vantagens que esse modelo traria para as concessionárias são explicadas no próprio texto apresentado ao Fórum. "A concessão por bacia, por vincular o concessionário permanentemente à região, facilitaria a concessão das licenças para aproveitamentos, captações etc." – lê-se.
Propõe-se, em suma, criar, dentro do território brasileiro, uma sucessão de enclaves controlados por monopólios privados – via de regra, estrangeiros –, que passariam a deter também todos os direitos sobre os rios situados dentro deles, inclusive no que se refere à pesca, ao potencial turístico, etc, bem como sobre o território ao redor. Talvez não apenas: sabe-se que terras próximas a Belo Monte, por exemplo, são ricas em recursos como ouro, diamantes e urânio.
O insólito é que o principal argumento em defesa dessa proposta é... a preservação ambiental. Que ficaria, obviamente, a cargo do concessionário privado, "responsável pela supervisão e o monitoramento de todos aspectos ambientais ligados à preservação ambiental (sic) (encostas, florestamento, qualidade da água, sedimentação etc.)". E o suposto exemplo de concessão territorial bem sucedida a que Alqueres recorre é a TVA (Tenessee Valey Authority) estadunidense, uma agência estatal que não tem sequer a forma jurídica de empresa. Propostas de criação de enclaves para exploração empresarial em suas bacias hidrográficas não seriam bem recebidas pelos ianques.




OFICINA DE PET

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GIRASSOIS NO C.E.PRES.KENNEDY