domingo, 4 de setembro de 2011

MEMBROS DO INSTITUTO 5º ELEMENTO HOMENAGEADOS PELO PRÊMIO BAIXADA

Realizada no dia 26/08/2011 no Teatro Municipal de Itaguaí, a Edição nº 10 do Prêmio Baixada contou com a participação de autoridade, pessoas e instituições envolvidas com cultura na Região da Baixada Fluminense.
O Prêmio Baixada é realizado pelo Fórum Cultural da Baixada Fluminense e tem como objetivo Incentivar e apoiar a criação e difusão da cultura na região.

As categorias premiadas deste ano foram:
- Artesanato - Maria Inês Baggio Vianna
- Artes Cênicas - Grupo Sócio Cultural Código
- Artes Populares - Centro de Integração Social Ia Nzambi
- Artes Plásticas - Maria Celeste Conceição da Silva
- Cidadania - Circo Baixada
- Ciência - André Redine
- Comunicação- Portal Baixada Fácil
- Educação - Instituto de Arqueologia Brasileira
- História - Antonio Lacerda de Meneses
- Literatura - João Correia Prado
- Meio Ambiente - Charles Lopes da Silva
- Música - Mauro da Motta Lemos
- Produção Cultural - André Luis Silva de Oliveira
- Imagem - Antonio Carlos Amaral Nazareth

O evento foi glamoroso contando com a participação de músicos locais para a execução dos hinos Nacional e Municipal; homenagens especiais a Deputada Andrea Bussato, Ex-secretária de Educação e Cultura de Itaguaí e ao Prefeito Charlinho.
Zélia Aquino
Deputada Andrea do Charlinho

A Coordenadora do “Projeto o Lixo que vira Luxo” do Instituto 5º Elemento, artesã Zélia Aquino, recebeu Menção Honrosa pela categoria artesanato em reconhecimento ao seu trabalho desenvolvido no Município de Nova Iguaçu.


Charles Lopes, o reciclador



O Prêmio Baixada categoria Meio Ambiente foi para o reciclador Charles Lopes com experiência de 20 anos na reciclagem de polímeros (plástico).


Já a Menção Honrosa foi para o Secretário de Meio Ambiente de Itaguaí e para a bióloga e Secretária Executiva do Instituto 5º Elemento Márcia Marques que aproveitou para agradecer a presença e apoio do Presidente do Instituto 5º Elemento Edmardo Campbell e do Coordenador da APEDEMA Baixada, Sr. Gilvoneick de Souza. Também discursou sobre a importância do meio ambiente como categoria do Prêmio, o que estimula a conscientização e a educação ambiental na região da Baixada.

Márcia Marques e Sec. de Meio Amb. de Itaguaí

Destaque para premiação da categoria artes cênicas ao Grupo Código de Japeri e Cultura Popular para nossa amiga Arlene Katendê do Centro de Integração Social Ia Nzambi.
O evento também contou com uma exposição de artesanato terminando por volta das 21:00 após um coquetel para os convidados e homenageados.



domingo, 3 de julho de 2011

Rede Ambiente TV: Seminário Rio+20

Rede Ambiente TV: Seminário Rio+20: "Ficha de inscrição acesse o LINK a baixo : http://www.ziddu.com/download/15459830/FichadeinscrioSEMINRIOFIOCRUZ.doc.html Este Seminário t..."

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Entrevista Prof. Alexandre Pessoa/FIOCRUZ - Impactos Ambientais da TKCSA - Reportagem TV Brasil.flv

CARTA DO CACIQUE MUTUA EM DEFESA DO RIO XINGU

Carta do Cacique Mutua (dos Povos Xavantes) a todos os povos da Terra




O Sol me acordou dançando no meu rosto. Pela manhã, atravessou a palha da oca e brincou com meus olhos sonolentos. O irmão Vento, mensageiro do Grande Espírito, soprou meu nome, fazendo tremer as folhas das plantas lá fora. Eu sou Mutua, cacique da aldeia dos Xavantes. Na nossa língua, Xingu quer dizer água boa, água limpa. É o nome do nosso rio sagrado. Como guiso da serpente, o Vento anunciou perigo. Meu coração pesou como jaca madura, a garganta pediu saliva. Eu ouvi. O Grande Espírito da floresta estava bravo. Xingu banha toda a floresta com a água da vida. Ele traz alegria e sorriso no rosto dos curumins da aldeia. Xingu traz alimento para nossa tribo.



Mas hoje nosso povo está triste. Xingu recebeu sentença de morte. Os caciques dos homens brancos vão matar nosso rio. O lamento do Vento diz que logo vem uma tal de usina para nossa terra. O nome dela é Belo Monte. No vilarejo de Altamira, vão construir a barragem. Vão tirar um monte de terra, mais do que fizeram lá longe, no canal do Panamá.



Enquanto inundam a floresta de um lado, prendem a água de outro. Xingu vai correr mais devagar. A floresta vai secar em volta. Os animais vão morrer. Vai diminuir a desova dos peixes. E se sobrar vida, ficará triste como o índio.



Como uma grande serpente prateada, Xingu desliza pelo Pará e Mato Grosso, refrescando toda a floresta. Xingu vai longe desembocar no Rio Amazonas e alimentar outros povos distantes. Se o rio morre, a gente também morre, os animais, a floresta, a roça, o peixe tudo morre. Aprendi isso com meu pai, o grande cacique Aritana, que me ensinou como fincar o peixe na água, usando a flecha, para servir nosso alimento.



Se Xingu morre, o curumim do futuro dormirá para sempre no passado, levando o canto da sabedoria do nosso povo para o fundo das águas de sangue. Pela manhã, o Vento me levou para a floresta. O Espírito do Vento é apressado, tem de correr mundo, soprar o saber da alma da Natureza nos ouvidos dos outros pajés. Mas o homem branco está surdo e há muito tempo não ouve mais o Vento.



Eu falei com a Floresta, com o Vento, com o Céu e com o Xingu. Entendo a língua da arara, da onça, do macaco, do tamanduá, da anta e do tatu. O Sol, a Lua e a Terra são sagrados para nós. Quando um índio nasce, ele se torna parte da Mãe Natureza. Nossos antepassados, muitos que partiram pela mão do homem branco, são sagrados para o meu povo.



É verdade que, depois que homem branco chegou, o homem vermelho nunca mais foi o mesmo. Ele trouxe o espírito da doença, a gripe que matou nosso povo. E o espírito da ganância que roubou nossas árvores e matou nossos bichos. No passado, já fomos milhões. Hoje, somos somente cinco mil índios à beira do Xingu, não sei por quanto tempo.



Na roça, ainda conseguimos plantar a mandioca, que é nosso principal alimento, junto com o peixe. Com ela, a gente faz o beiju. Conta a história que Mandioca nasceu do corpo branco de uma linda indiazinha, enterrada numa oca, por causa das lágrimas de saudades dos seus pais caídas na terra que a guardava.



O Sol me acordou dançando no meu rosto. E o Vento trouxe o clamor do rio que está bravo. Sou corajoso guerreiro, não temo nada.



Caminharei sobre jacarés, enfrentarei o abraço de morte da jiboia e as garras terríveis da suçuarana. Por cima de todas as coisas pularei, se quiserem me segurar. Os espíritos têm sentimentos e não gostam de muito esperar.



Eu aprendi desde pequeno a falar com o Grande Espírito da floresta. Foi num dia de chuva, quando corria sozinho dentro da mata, e senti cócegas nos pés quando pisei as sementes de castanha do chão. O meu arco e flecha seguiam a caça, enquanto eu mesmo era caçado pelas sombras dos seres mágicos da floresta. O espírito do Gavião Real agora aparece rodopiando com suas grandes asas no céu. Com um grito agudo perguntou: Quem foi o primeiro a ferir o corpo de Xingu? Meu coração apertado como a polpa do pequi não tem coragem de dizer que foi o representante do reino dos homens. O espírito do Gavião Real diz que se a artéria do Xingu for rompida por causa da barragem, a ira do rio se espalhará por toda a terra como sangue e seu cheiro será o da morte.



O Sol me acordou brincando no meu rosto. O dia se abriu e me perguntou da vida do rio. Se matarem o Xingu, todos veremos o alimento virar areia.



A ave de cabeça majestosa me atraiu para a reunião dos espíritos sagrados na floresta. Pisando as folhas velhas do chão com cuidado, pois a terra está grávida, segui a trilha do rio Xingu. Lembrei que, antes, a gente ia para a cidade e no caminho eu só via árvores.



Agora, o madeireiro e o fazendeiro espremeram o índio perto do rio com o cultivo de pastos para boi e plantações mergulhadas no veneno. A terra está estragada. Depois de matar a nossa floresta, nossos animais, sujar nossos rios e derrubar nossas árvores, querem matar Xingu.



O Sol me acordou brincando no meu rosto. E no caminho do rio passei pela Grande Árvore e uma seiva vermelha deslizava pelo seu nódulo. Quem arrancou a pele da nossa mãe? gemeu a velha senhora num sentimento profundo de dor. As palavras faltaram na minha boca. Não tinha como explicar o mal que trarão à terra. Leve a nossa voz para os quatro cantos do mundo clamou O Vento ligeiro soprará até as conchas dos ouvidos amigos ventilou por último, usando a língua antiga, enquanto as folhas no alto se debatiam.



Nosso povo tentou gritar contra os negócios dos homens. Levamos nossa gente para falar com cacique dos brancos. Nossos caciques do Xingu viajaram preocupados e revoltados para Brasília. Eu estava lá, e vi tudo acontecer.



Os caciques caraíbas se escondem. Não querem olhar direto nos nossos olhos. Eles dizem que nos consultaram, mas ninguém foi ouvido.



O homem branco devia saber que nada cresce se não prestar reverência à vida e à natureza. Tudo que acontecer aqui vai voar com o Vento que não tem fronteiras. Recairá um dia em calor e sofrimento para outros povos distantes do mundo.



O tempo da verdade chegou e existe missão em cada estrela que brilha nas ondas do Rio Xingu. Pronta para desvendar seus mistérios, tanto no mundo dos homens como na natureza.



Eu sou o cacique Mutua e esta é minha palavra! Esta é minha dança! E este é o meu canto!



Porta-voz da nossa tradição, vamos nos fortalecer. Casa de Rezas, vamos nos fortalecer. Bicho-Espírito, vamos nos fortalecer. Maracá, vamos nos fortalecer. Vento, vamos nos fortalecer. Terra, vamos nos fortalecer. Rio Xingu! Vamos nos fortalecer!



Leve minha mensagem nas suas ondas para todo o mundo: a terra é fonte de toda vida, mas precisa de todos nós para dar vida e fazer tudo crescer. Quando você avistar um reflexo mais brilhante nas águas de um rio, lago ou mar, é a mensagem de lamento do Xingu clamando por viver.



Cacique Mutua",



Xingu, Pará, Brasil, 08 de junho de 2011.


FONTE:
http://www.gta.org.br/noticias/carta-do-cacique-mutua-sobre-belo-monte

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Atual proposta do Código Florestal poderá prejudicar metas brasileiras de redução de carbono, diz Ipea

18,6 gigatoneladas de gás carbônico: este é o volume de gás carbônico desperdiçado no mercado de carbono brasileiro caso o código florestal seja alterado conforme a atual proposta.


Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) mostra que, se a atual proposta de mudança do Código Florestal for aprovada tal como saiu da Câmara dos Deputados para o Senado, o Brasil poderá atrasar o compromisso na redução da emissão de gás carbônico.

Segundo o estudo, com a dispensa de recomposição de reserva legal – áreas de mata nativa que devem ser protegidas dentro da propriedade –, o Brasil vai desperdiçar 18,6 gigatoneladas de gás carbônico. Esse volume, diz o Ipea, poderia ser estocado caso a floresta fosse mantida. Isso porque, quando há desmatamento, as árvores deixam de absorver gás carbônico.

“Defendemos que sejam mantidos os dispositivos que se têm hoje para recuperar as áreas que estão em passivo [ambiental], de modo que se contribua com essa recuperação para aumentar o sequestro de carbono e, com isso, ajudar ao Brasil no cumprimento dessas metas”, afirmou o especialista em Políticas Públicas do Ipea, Fábio Alves, referindo-se a metas estabelecidas pelo Protocolo de Quioto, do qual o país é signatário.

Alves defendeu ainda que é possível conciliar as áreas de reserva legal com atividades econômicas. “Mantendo a reserva legal e aplicando os dispositivos que se tem hoje na legislação, é possível conciliar preservação ambiental e atividades economicamente sustentáveis e viáveis para a agricultura brasileira”, explicou.

A técnica de Planejamento e Pesquisa do Ipea, Ana Paula Moreira, defendeu que a discussão do novo Código Florestal deveria trazer à tona o debate sobre o uso sustentável das áreas de reserva legal. “Temos um potencial florestal enorme e somos um dos países com a maior biodiversidade do mundo. O Brasil não tem nenhuma política efetiva para desenvolver esse potencial, principalmente nas pequenas propriedades”, afirmou.

Ana Paula disse que é importante manter as áreas de reserva legal não só para preservação, mas para incentivar o uso sustentável dos recursos naturais. “Eles podem trazer, principalmente para os pequenos agricultores, uma grande lucratividade no seu uso”.

A proposta do novo Código Florestal está em discussão no Senado e prevê que, nas propriedades rurais com até quatro módulos fiscais (medida que varia de 20 a 400 hectares, dependendo da região), não há a obrigatoriedade de recompor a área de reserva legal desmatada. Para esses casos, não haverá obrigatoriedade de percentual mínimo de preservação, sendo válida, para o cálculo, qualquer quantidade de vegetação nativa existente até julho de 2008.

A proposta também tira do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) a prerrogativa de definir atividades em áreas de preservação permanente (APPs), que podem ser consideradas de interesse social, utilidade pública ou de baixo impacto. Elas passam a ser definidas pelos estados, pelo Distrito Federal – por meio do Programa de Regularização Ambiental – e pela União.



Fonte: Ambiente Brasil

quarta-feira, 25 de maio de 2011

AUDIÊNCIA PÚBLICA ALERJ CTR SEROPÉDICA X PROTEÇÃO DO AQUÍFERO PIRANEMA



Companheiras e companheiros de luta pelo desenvolvimento c/ sustentabilidade ambiental,



Esta Audiência Pública q acontecerá na ALERJ é resultado da mobilização popular contra esta INSANIDADE que é colocar toda essa quantidade de lixo (9.000 ton) em cima do aquífero Piranema (Seropédica/RJ) sem qualquer proposta de reciclagem ou reaproveitamento p/ fins de geração de energia, etc. Estão vendendo um peixe podre que é o FECHAMENTO DE GRAMACHO com apromessa de que Seropédica é a solução.

Isto é um equívoco, pois o local é totalmente inadequado, visto que abriga importante manancial hídrico que pode abastecer mais de 300.000 pessoas.

Peço a todos q participem deste ato em defesa das águas, da vida e tbm da atividade econômica q consiste a reciclagem, pois o aterramento deste resíduos inviabiliza esta cadeia produtiva.



Márcia Marques

terça-feira, 17 de maio de 2011

Aterro sanitário?

Por Hélio Fernandes Machado Júnior, diretor do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e membro do Comitê Guandu


Após longo tempo acompanhando as discussões sobre a implantação de um aterro sanitário no município de Seropédica; vendo e ouvindo os especialistas sobre os imensos malefícios para região, oriundos do passivo ambiental que restará após o despejo das quase 50 milhões de toneladas de lixo, nos próximos 15 anos de atividade, sobre uma das poucas áreas de reserva natural de águas (o Aquífero Piranema); e ter contribuído com estudos técnicos sobre o aproveitamento de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU), na tentativa de evitar um dos maiores crimes de caráter político, econômico e ambiental contra o estado do Rio, Seropédica e a centenária UFRRJ, peço a todos que façam as seguintes reflexões:



1. Como evitar um empreendimento desse porte se aqueles que elegemos como nossos governantes assinam leis, decretos e projetos para protegê-los e destroem, gradativamente, o seu próprio estado?;


2. Como ensinar a pessoas adultas que não se deve jogar lixo no chão, colocar na porta do vizinho ou esconder debaixo do tapete?


Prezados, infelizmente nos dois casos as minhas reflexões me levam sempre a uma única resposta: “Só nascendo de novo, talvez”. Como engenheiro químico e professor do magistério superior há 20 anos – e nascido na zona oeste do Rio – fui educado pelos meus pais a ser honesto e ter princípios, respeitando a mim mesmo e ao próximo. Fui ensinado pelas escolas que frequentei que educação e saúde são a base de toda sociedade que quer ser rica e próspera.


Hoje, depois de longos debates a respeito do tema “aterro sanitário” e observando as soluções apresentadas – incluindo a Lei 12.305 (de 2/8/2010), que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – conclui-se que os processos que utilizam a redução de volumes de resíduos, tanto para gerar energia quanto briquetes para produção energia, possibilitam a eliminação dos aterros. Mas, infelizmente, a política econômica da urgência fecha os olhos para soluções mais viáveis, com geração de emprego e renda para todos, de forma lícita e racional.


Diante de tantos fatos, e lembrando que a escassez de água doce tem aumentado com a degradação de rios e nascentes, estaremos agora no início do século 21 aterrando um imenso aquífero subterrâneo, do qual futuramente iremos precisar. Vale lembrar: a água que abastece o município do Rio de Janeiro é oriunda, em sua maior parcela, da Estação de Tratamento de Águas do Guandu, cuja fonte de captação é o rio Guandu. O rio passa por Seropédica e, certamente, com a instalação da CTR Santa Rosa, será ainda mais contaminado, onerando os custos do tratamento e o valor do metro cúbico da água tratada para o consumidor carioca – que estará feliz com a Copa de 2014 e com as Olimpíadas de 2016, pagando o alto custo pela sua total ignorância e falta de educação.




Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Assessoria de Comunicação e Informação
Sala 132, Pavilhão Central
Campus Universitário
BR 465, Km 7, Seropédica, RJ
Tel.: (21) 2681-4620 ou 2682-2915
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Assessora: Teresinha Sena Pacielo

OFICINA DE PET

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